5.10.06

Capital Social inicia o trabalho de assessoria para as Cooperativas

A Capital Social iniciou neste mês de setembro o trabalho de Assessoria e Consultoria para as Cooperativas do Município de Embu.Este trabalho está sendo viabilizado através do SEBRAE em parceria com a Incubadora de Coopera-tivas da Prefeitura Munici-pal de Embu.

A principio o trabalho está sendo desenvolvido com as Cooperativas que recebem apoio da Prefeitura.As primeiras reuniões já foram feitas com as Cooperativas de Costura e de Alimento.

A importância da Avaliação de Projetos Sociais para as Organizações do Terceiro Setor

Se quisermos melhorar as chances de atingirmos os propósitos de nossas organizações, precisamos adotar avaliação nos projetos. Muitas vezes fica a sensação de que a avaliação é apenas uma tarefa do projeto, que toma muito tempo e é tediosa, e caso o resultado seja pouco satisfatório pode trazer conseqüências negativas, como perda do patrocinador.

Aí está a grande questão, é preciso ver a Avaliação como ferramenta para saber se estamos no caminho certo, se estamos parados, avançando ou regredindo em relação aos nossos propósitos, e onde devemos introduzir ajustes em nossa forma de atuar, além de indagar acerca do mérito, da relevância e do impacto de nossas ações.

Para fazer com que a avaliação ocorra como um processo integrado à vida da organização é importante que todos os envolvidos tenham clareza de que os esforços para um bom funcionamento interno levem a melhores resultados externos. Existem diversos casos de Organizações que não atingiram suas metas de impacto devido ao mal funcionamento interno do projeto.

Leandro Oliveira, Presidente da Capital Social é Economista pela PUC/SP e especialista em Desenvolvimento Local pela CEPAL Chile.

“Responsabilidade social ajuda a superar crises”

As empresas estão revendo suas práticas e as formas de lidar com determinados assuntos através de programas de responsabilidade social. De acordo com a coordenadora técnica do Programa de Responsabilidade Social no Varejo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Roberta Cardoso, esta é uma nova forma de se fazer negócios. Para a coordenadora, além de ganhar em termos de imagem —, com projetos ambientais, por exemplo —, as empresas reduzem custos e fidelizam seus clientes.

“Empresas que já têm uma certa simpatia do público não ficam imunes, mas, se tiverem boas práticas de responsabilidade social, elas têm mais facilidade para superar os momentos de crise”, avalia.

Segundo Roberta, tais práticas fidelizam os clientes e dão melhores condições de crescimento no mercado. “As empresas também têm buscado relacionar-se com empresas que possuem valores parecidos com os seus”, resume.
O programa da FGV surgiu em 2002, em parceria com fornecedores do setor varejista e hoje premia as melhores empresas que realizam estas atividades.

Mercado inacessível

No Brasil, são 24,6 milhões as pessoas com algum tipo de deficiência. Destes, 15 milhões estão em idade produtividade, mas apenas 3,9% encontrariam trabalho se a legislação que prevê cotas em empresas com mais de cem empregados fosse cumprida. Se todas as empresas adotassem a lei, considerando o percentual mínimo de 2% de reserva de vagas, haveriam apenas 600 mil vagas. Este foi o dado que mais impressionou a socióloga Melissa Santos Bahia, que lançou dia 03, o livro Responsabilidade social e diversidade nas organizações: contratando pessoas com deficiência.

Deficiente visual desde os 15 anos, Melissa fez um levantamento minucioso voltado para gestores de pessoas e executivos. Desde a graduação em ciências sociais, o tema é estudado pela pesquisadora. “Tinha essa inquietação com o mercado de trabalho e trouxe a preocupação para a academia”, explicou em entrevista antes do lançamento da publicação na Mega Store da Vídeo Hobby, na Pituba. Em 2005, participando do Congresso Alagoano de Gestão de Pessoas surgiu o convite, da editora Quality Mark, para o livro.

Segundo ela, as pessoas com deficiência visual e mental são as que encontram mais dificuldade no processo de inclusão no mercado de trabalho. A pesquisadora está negociando com a editora a disponibilidade do livro em outros formatos (áudio e braile) para que qualquer pessoa tenha acesso ao livro, que traz ainda leituras e sites recomendados pela autora, ao custo de R$15.

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Crianças vão plantar árvores no seu dia

Crianças voluntárias do programa Mãos que Ajudam vão comemorar seu dia de um jeito diferente: vão plantar mudas, fazer serviços de jardinagem, limpar e reformar praças e parques públicos de todo o País. www.maosqueajudam.org.br

Escola Aberta em mais 8 capitais

O próximo sábado, 7, marca o início das atividades do Programa Escola Aberta em mais 113 escolas públicas de oito capitais das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A expansão leva o Escola Aberta a Manaus (AM), Belém (PA), Palmas (TO), Fortaleza (CE), Natal (RN), Aracaju (SE), Teresina (PI) e Goiânia (GO).

Resultado de parcerias dos ministérios da Educação, Trabalho, Esportes e Cultura com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o programa abre as escolas aos sábados e domingos para que estudantes e a comunidade participem de atividades educativas, culturais, esportivas, lazer e de oficinas.