“Responsabilidade social ajuda a superar crises”
As empresas estão revendo suas práticas e as formas de lidar com determinados assuntos através de programas de responsabilidade social. De acordo com a coordenadora técnica do Programa de Responsabilidade Social no Varejo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Roberta Cardoso, esta é uma nova forma de se fazer negócios. Para a coordenadora, além de ganhar em termos de imagem —, com projetos ambientais, por exemplo —, as empresas reduzem custos e fidelizam seus clientes.
“Empresas que já têm uma certa simpatia do público não ficam imunes, mas, se tiverem boas práticas de responsabilidade social, elas têm mais facilidade para superar os momentos de crise”, avalia.
Segundo Roberta, tais práticas fidelizam os clientes e dão melhores condições de crescimento no mercado. “As empresas também têm buscado relacionar-se com empresas que possuem valores parecidos com os seus”, resume.
O programa da FGV surgiu em 2002, em parceria com fornecedores do setor varejista e hoje premia as melhores empresas que realizam estas atividades.
“Empresas que já têm uma certa simpatia do público não ficam imunes, mas, se tiverem boas práticas de responsabilidade social, elas têm mais facilidade para superar os momentos de crise”, avalia.
Segundo Roberta, tais práticas fidelizam os clientes e dão melhores condições de crescimento no mercado. “As empresas também têm buscado relacionar-se com empresas que possuem valores parecidos com os seus”, resume.
O programa da FGV surgiu em 2002, em parceria com fornecedores do setor varejista e hoje premia as melhores empresas que realizam estas atividades.
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