5.10.06

A importância da Avaliação de Projetos Sociais para as Organizações do Terceiro Setor

Se quisermos melhorar as chances de atingirmos os propósitos de nossas organizações, precisamos adotar avaliação nos projetos. Muitas vezes fica a sensação de que a avaliação é apenas uma tarefa do projeto, que toma muito tempo e é tediosa, e caso o resultado seja pouco satisfatório pode trazer conseqüências negativas, como perda do patrocinador.

Aí está a grande questão, é preciso ver a Avaliação como ferramenta para saber se estamos no caminho certo, se estamos parados, avançando ou regredindo em relação aos nossos propósitos, e onde devemos introduzir ajustes em nossa forma de atuar, além de indagar acerca do mérito, da relevância e do impacto de nossas ações.

Para fazer com que a avaliação ocorra como um processo integrado à vida da organização é importante que todos os envolvidos tenham clareza de que os esforços para um bom funcionamento interno levem a melhores resultados externos. Existem diversos casos de Organizações que não atingiram suas metas de impacto devido ao mal funcionamento interno do projeto.

Leandro Oliveira, Presidente da Capital Social é Economista pela PUC/SP e especialista em Desenvolvimento Local pela CEPAL Chile.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

É esta a primeira reflexão que surge no blogue sobre marketing e gestão de organizações não-lucrativas, criado por Charles Bulhões. No Brasil, cá e noutros sítios, o problema é comum: «O grande desafio hoje, dentro do ambiente volátil e competitivo que o terceiro sector está se tornando, é gerir seus agentes de forma profissional. Uma vez que quase todos eles surgem do amadorismo (ideológico) social, totalmente carente de mecanismo e ferramentas de gestão organizacional. A evolução do terceiro sector deu-se, pela falência das políticas públicas que propiciou um enorme lacuna social que vem sendo preenchida por organizações de esfera heterogênia de estrutura organizacional, muitas vezes denominadas de Non-profits. Outro factor propulsor são as acções de responsabilidade social, onde as organizações dos outros dois sectores desenvolvem patrocínio as acções desenvolvidas pelos agentes do terceiro sector. Por motivos como os citados acima questiono se há espaço ainda para práticas de gestão amadora dentro do terceiro sector actual, dentro dessa hiper-concorrência e oportunidade?

BLOG MARKETING & GESTÃO NON-PROFITS
http://mktnonprofits.blogspot.com/

20:23  

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