ONG estimula comunicação, leitura e escrita
Cala a boca: esta é uma ordem que ninguém gosta de receber, principalmente crianças e adolescentes. Mas ainda é comum encontrar adultos que a utilizam com certa freqüência em casos de indisciplina dos mais jovens. Como resposta a este comportamento autoritário é que há 9 anos nasceu o projeto Cala Boca Já Morreu, fruto da união de dois educadores que apostaram no uso dos meios de comunicação como ferramenta para a liberdade de expressão de crianças e jovens.
Hoje, a iniciativa se tornou uma ONG que atende a mais de 60 jovens com oficinas gratuitas voltadas para a produção de programas de rádio, jornal mural, entre muitas outras atividades.
O diferencial das oficinas do projeto Cala a Boca Já Morreu é que nelas o jovem tem espaço para argumentar sobre os temas que vão debater em cada atividade. 'Minha filha tinha muita dificuldade na leitura, não conseguia interpretar textos. Após ingressar no projeto, além de se divertir e ter melhorado o seu rendimento na escola, ela criou o hábito da leitura e escrita. Nos finais de semana não desgruda do seu caderno, onde escreve lindas histórias', conta Maria Lúcia Freitas, mãe de Laúcia, 8 anos.
Não é só no espaço físico da ONG que a menina se desenvolveu. 'É incrível ver como ela aprendeu a argumentar nas questões familiares e sempre está ligada ao que ocorre no mundo. Até eu fico perdida com tanta informação que minha filha leva para casa', conta Maria Lúcia, que cursa pedagogia.
A ONG Projeto Cala a Boca Já Morreu (www.cala-abocajamorreu.org) está de portas abertas para os interessados em participar das suas oficinas gratuitas. Há vagas para moradores de qualquer região da Grande São Paulo e a idade mínima para a participação foi reduzida a 4 anos. 'Muitos dos jovens do primeiro grupo do projeto atuam hoje como multiplicadores das oficinas, que foram ficando cada vez mais diversas, chegando a incluir crianças não-alfabetizadas e até parcerias com postos de atendimento para a saúde mental', conta a presidente da ONG, Grácia Lopes Lima.
Como é o caso de Larissa, bisneta de Maria L. de Oliveira, 69 anos. 'Percebi que desde de pequena ela tinha algum bloqueio de comunicação, ficava isolada, não brincava com outras crianças', conta Maria. No entanto, há um cerca de 1 ano, uma agente de saúde indicou a ONG Projeto Cala a Boca Já Morreu para Larissa, agora com 9 anos. Hoje, a bisavó comemora o progresso da menina. 'Eu nem acredito que há uma semana ela até viajou sozinha com o grupo de jovens do projeto, vem apresentando melhoras significativas na escola e se diverte com as oficinas.'
Hoje, a iniciativa se tornou uma ONG que atende a mais de 60 jovens com oficinas gratuitas voltadas para a produção de programas de rádio, jornal mural, entre muitas outras atividades.
O diferencial das oficinas do projeto Cala a Boca Já Morreu é que nelas o jovem tem espaço para argumentar sobre os temas que vão debater em cada atividade. 'Minha filha tinha muita dificuldade na leitura, não conseguia interpretar textos. Após ingressar no projeto, além de se divertir e ter melhorado o seu rendimento na escola, ela criou o hábito da leitura e escrita. Nos finais de semana não desgruda do seu caderno, onde escreve lindas histórias', conta Maria Lúcia Freitas, mãe de Laúcia, 8 anos.
Não é só no espaço físico da ONG que a menina se desenvolveu. 'É incrível ver como ela aprendeu a argumentar nas questões familiares e sempre está ligada ao que ocorre no mundo. Até eu fico perdida com tanta informação que minha filha leva para casa', conta Maria Lúcia, que cursa pedagogia.
A ONG Projeto Cala a Boca Já Morreu (www.cala-abocajamorreu.org) está de portas abertas para os interessados em participar das suas oficinas gratuitas. Há vagas para moradores de qualquer região da Grande São Paulo e a idade mínima para a participação foi reduzida a 4 anos. 'Muitos dos jovens do primeiro grupo do projeto atuam hoje como multiplicadores das oficinas, que foram ficando cada vez mais diversas, chegando a incluir crianças não-alfabetizadas e até parcerias com postos de atendimento para a saúde mental', conta a presidente da ONG, Grácia Lopes Lima.
Como é o caso de Larissa, bisneta de Maria L. de Oliveira, 69 anos. 'Percebi que desde de pequena ela tinha algum bloqueio de comunicação, ficava isolada, não brincava com outras crianças', conta Maria. No entanto, há um cerca de 1 ano, uma agente de saúde indicou a ONG Projeto Cala a Boca Já Morreu para Larissa, agora com 9 anos. Hoje, a bisavó comemora o progresso da menina. 'Eu nem acredito que há uma semana ela até viajou sozinha com o grupo de jovens do projeto, vem apresentando melhoras significativas na escola e se diverte com as oficinas.'
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