Capoeira ajuda a combater a violência
Emerson Maximiano de Santana e Vânia Virgínia de Sá Monteiro (alunos da Escola Estadual Vila dos Milagres) Alcione Leandro Ribeiro (professora)
Uma parceria entre a Escola Estadual Vila dos Milagres e o Posto de Saúde da Família (PSF) vem dando frutos positivos no bairro do Ibura, no Recife. Uma série de projetos de combate à violência na comunidade estão sendo criados e desenvolvidos dentro da escola, alcançando os adultos, mas também crianças e adolescentes.
Uma dessas iniciativas que merece destaque são as aulas de capoeira. Semanalmente, o professor voluntário Cláudio José ensina todo o gingado dos capoeiristas para um grupo de cerca de 25 jovens carentes da comunidade. Esse projeto surgiu da necessidade de estabelecer um relacionamento com os adolescentes e jovens, tendo em vista o combate de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), bem como conscientizar sobre os riscos relacionados ao uso de drogas e suas conseqüências, orientando-os também quanto aos métodos de prevenção e outros assuntos que afetam a comunidade.
A idéia partiu do clínico do PSF, Djalma Melo, que diz não ter tido sucesso com os métodos anteriores de aproximação com o público jovem. 'Tinha que chamar a atenção das crianças e essa foi a maneira pela qual obtivemos mais retorno. Já havíamos promovido palestras e encontros, mas sem muito resultado. Aqui, eles se divertem e aprendem sobre a prevenção de doenças', explica o médico. O aluno Cleison Guedes, 12 anos, diz que 'depois de aproveitar os golpes legais da capoeira, ainda aprendo informações úteis para cuidar da saúde de minha família e a não passar muito tempo na rua'.
A diretora da Escola Estadual Vila dos Milagres, Iraci Tomaz, também ficou feliz com a mudança de comportamento dos alunos. 'Essas crianças correm vários riscos na rua. Aqui estão seguras e aprendendo algo saudável. O grupo é pequeno, mas seus integrantes funcionam como agentes multiplicadores, levando as lições para os outros colegas', comenta Iraci. Ela ainda diz que eles passaram a se relacionar melhor com os professores da escola e estão mais empolgados em buscar novos conhecimentos. 'Eles levam um outro comportamento também para dentro de casa. Essaparceria entre educação e saúde trouxe uma nova fórmula de sucesso para trabalhar a conscientização com dos jovens'.
Uma parceria entre a Escola Estadual Vila dos Milagres e o Posto de Saúde da Família (PSF) vem dando frutos positivos no bairro do Ibura, no Recife. Uma série de projetos de combate à violência na comunidade estão sendo criados e desenvolvidos dentro da escola, alcançando os adultos, mas também crianças e adolescentes.
Uma dessas iniciativas que merece destaque são as aulas de capoeira. Semanalmente, o professor voluntário Cláudio José ensina todo o gingado dos capoeiristas para um grupo de cerca de 25 jovens carentes da comunidade. Esse projeto surgiu da necessidade de estabelecer um relacionamento com os adolescentes e jovens, tendo em vista o combate de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), bem como conscientizar sobre os riscos relacionados ao uso de drogas e suas conseqüências, orientando-os também quanto aos métodos de prevenção e outros assuntos que afetam a comunidade.
A idéia partiu do clínico do PSF, Djalma Melo, que diz não ter tido sucesso com os métodos anteriores de aproximação com o público jovem. 'Tinha que chamar a atenção das crianças e essa foi a maneira pela qual obtivemos mais retorno. Já havíamos promovido palestras e encontros, mas sem muito resultado. Aqui, eles se divertem e aprendem sobre a prevenção de doenças', explica o médico. O aluno Cleison Guedes, 12 anos, diz que 'depois de aproveitar os golpes legais da capoeira, ainda aprendo informações úteis para cuidar da saúde de minha família e a não passar muito tempo na rua'.
A diretora da Escola Estadual Vila dos Milagres, Iraci Tomaz, também ficou feliz com a mudança de comportamento dos alunos. 'Essas crianças correm vários riscos na rua. Aqui estão seguras e aprendendo algo saudável. O grupo é pequeno, mas seus integrantes funcionam como agentes multiplicadores, levando as lições para os outros colegas', comenta Iraci. Ela ainda diz que eles passaram a se relacionar melhor com os professores da escola e estão mais empolgados em buscar novos conhecimentos. 'Eles levam um outro comportamento também para dentro de casa. Essaparceria entre educação e saúde trouxe uma nova fórmula de sucesso para trabalhar a conscientização com dos jovens'.
0 Comments:
Postar um comentário
<< Home