Projeto vai desenvolver economia solidária em comunidades carentes
Com o propósito de gerar trabalho e renda em comunidades pobres com poucos empregos formais, o Ministério do Trabalho e Emprego lançou terça-feira (14) o Projeto de Promoção de Desenvolvimento Local e Economia Solidária.
Até sexta-feira (17), serão formados 251 agentes de desenvolvimento solidário que serão responsáveis por incentivar esse tipo de prática nas comunidades.
O programa deverá atender, até fevereiro de 2007, agentes de municípios de 26 Estados e do Distrito Federal. O público-alvo são as comunidades quilombolas, indígenas e de mulheres, jovens, catadores, trabalhadores desempregados, da agricultura familiar e do turismo sustentável.
"Os agentes de desenvolvimento são pessoas das próprias comunidades, dos próprios segmentos que estão sendo beneficiados com projetos. Eles são capacitados e recebem uma remuneração [R$ 400] para desenvolver uma atividade de apoio e fomento à organização de empreendimentos coletivos solidários", explicou o diretor da Secretaria Nacional de Economia Solidária, Dione Manetti.
Um levantamento da Secretaria indica que existem em todo o país cerca de 15 mil empreendimentos econômicos solidários, reunindo 1,2 milhão de trabalhadores. A região Nordeste abriga a maioria dos empreendimentos (44%), seguida pelas regiões Sul (17%), Sudeste (14%), Norte (13%) e Centro-Oeste (12%).
As associações representam 54,4% dos empreendimentos solidários. Em seguida, vêm os grupos sem formalização, com 32,38% dos casos, e as cooperativas, com 10,69%. As áreas escolhidas para os empreendimentos são agricultura e pecuária (64%), atividades têxteis, confecções, calçados e artesanato (21%), prestação de serviço (14%) e alimentação (13%).
Até sexta-feira (17), serão formados 251 agentes de desenvolvimento solidário que serão responsáveis por incentivar esse tipo de prática nas comunidades.
O programa deverá atender, até fevereiro de 2007, agentes de municípios de 26 Estados e do Distrito Federal. O público-alvo são as comunidades quilombolas, indígenas e de mulheres, jovens, catadores, trabalhadores desempregados, da agricultura familiar e do turismo sustentável.
"Os agentes de desenvolvimento são pessoas das próprias comunidades, dos próprios segmentos que estão sendo beneficiados com projetos. Eles são capacitados e recebem uma remuneração [R$ 400] para desenvolver uma atividade de apoio e fomento à organização de empreendimentos coletivos solidários", explicou o diretor da Secretaria Nacional de Economia Solidária, Dione Manetti.
Um levantamento da Secretaria indica que existem em todo o país cerca de 15 mil empreendimentos econômicos solidários, reunindo 1,2 milhão de trabalhadores. A região Nordeste abriga a maioria dos empreendimentos (44%), seguida pelas regiões Sul (17%), Sudeste (14%), Norte (13%) e Centro-Oeste (12%).
As associações representam 54,4% dos empreendimentos solidários. Em seguida, vêm os grupos sem formalização, com 32,38% dos casos, e as cooperativas, com 10,69%. As áreas escolhidas para os empreendimentos são agricultura e pecuária (64%), atividades têxteis, confecções, calçados e artesanato (21%), prestação de serviço (14%) e alimentação (13%).
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